Porque sempre é tempo de Sex And The City…
Junho 5, 2008 por Gleice
Quem nunca viu, já ouviu falar; quem viu sempre revê por uma questão de sobrevivência. É, minha gente, amanhã estréia o filme mais esperado pela mulherada e por uma parte dos homens: Sex And The City – O filme, chega causando ansiedade em fans pelo mundo inteiro.

Após o témino da série, em 2004, sempre especulou-se se haveria um filme, mesmo questinado às atrizes, que geralmente saiam pela tangente dizendo que seria uma ótima idéia e que estariam disponíveis se avisadas com antecedência. A dúvida quanto à concretização do filme sempre foi constante, porque o clima de amizade e harmonia entre as personagens série não era o mesmo entre as atrizes. Algo que não transpareceu em momento algum para a série. Ou seja, elas foram profissionais.


A picuinha era entre Sarah Jessica Parker e Kim Cattrall, respectivamente Carrie e Samantha, sendo que esta última reivindicava igualdade artística e monetária perante a protagonista. Isso gerou um mal estar entre as quatro, sendo que as outras duas, Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda) apoiaram Sarah Jessica. Esse apoio veio comprovado quando numa das festas de Hollywood, numa mesa estavam as três rindo, sentando no colo uma da outra e noutra mesa, Kim Cattrall, sendo ignorada pelas colegas de set. É um incidente que deve ter sido o verdadeiro culpado pela demora do filme.Passado é passado e quem gosta de passado é museu ou gente fofoqueira. Amanhã seremos agraciados com o filme, matando um pouco de saudades da série.
Como sabemos, aquela história de ‘felizes para sempre’ dos contos de fadas é uma verdade incompleta. Não existem finais felizes, sem brigas, adversidades que os relacionamentos normais exigem. São as pessoas que somam as boas coisas e decidem querer o final feliz. Sex And The City, mostrou, através de quatro mulheres diferentes entre si e amigas que mesmo lindas, inteligentes, graduadas e antenadas com a moda, o quanto não é fácil achar um par ideal (não perfeito) para buscar o final feliz.
A mais desprendida das quatro é Samantha, relações pública, feliz e muito ‘pegadora’, não suporta a idéia de casar e ter filhos, na verdade, ela abomina a possibilidade de ser mãe. No fim, depois de ‘pegar’ meia Nova Iorque, um lindo modelo fotográfico e aspirante a ator se apaixona por ela. Isso que é sorte… O oposto dela é Charlotte, marchand, sonhadora e muito doce, nunca desistiu de achar o homem de sua vida e ter filhos. Quando ela acha, descobre que terá dificuldades para ser mãe, é quando ela e seu marido adotam uma criança… Miranda, a advogada, é muito prática e objetiva, paixão e amor são sentimentos que lhe são despertados de fato após ela se tornar mãe e acaba casando com o pai de seu bebê. Isso me lembra uma cena que depois de descobrir ser mãe de um menino, Carrie ou uma delas pergunta: “Qual a sensação de ter um homem dentro de você?”. Ri muito dessa pergunta capiciosa… ehheheheh… E, finalmente, Carrie, escriora e baladeira, mesmo tendo um caso mal resolvido com Mr. Big (Chris North), não deixou de ter outros romances; o cara que balançou coração e vida da protagonista foi um artista plástico contemporâneo que a levou para Paris, e Mr. Big percebeu que ela era o amor de sua vida e foi resgatá-la… Um verdadeiro conto de fadas.
Tenho certeza que esqueci de contar muitas coisas sobre elas e a série, então aconselho a ver o filme e ir atrás da série, todas as temporadas. O importante é não deixar de ver, pois a sétima arte proporcionou um divisor de águas quanto ao tratamento da mulher. Com Sex And The City a mulher é tratada de forma moderna e contemporânea. E amanhã é sexta-feira, um dia perfeito para um drink Cosmopolitan.
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