É Páscoa…
Março 23, 2008 por Gleice
Pessoas, é tempo de perdão (pedir e conceder) para que nossa alma fique mais pura e leve para Deus. Independente de sua religião ou crença, o importante é estar em sintonia com o momento e fazer dele mais um motivo para as boas mudanças. Então, boa mudança para todos. Abaixo um texto beem completo acerca da origem desta data. Feliz Páscoa!
A Luz Da Páscoa
A força da luz no ritual da Páscoa
Quando a mãe de Moisés o lançou às margens do Rio Nilo por receio de ele ser executado pelos soldados egípcios, não tinha a menor idéia de que este ato libertaria o seu povo da escravidão e que milênios mais tarde representaria o alimento espiritual de uma nação: Israel. Também que seria a principal estrutura filosófica de duas religiões: Judaísmo e o Cristianismo.
Moisés, seu nome semita, ou Hosarsif, seu nome egípcio, fora educado na realeza dos grandes Templos de Amom para ser o sucessor do Faraó Ramsés II. Quando descobrem seu verdadeiro passado é expulso do Egito para morrer no deserto. Movido por uma força maior chega a Mediã, nos Templos de Horeb. Lá, retoma suas origens, adquirindo o saber caldaico e aramaico, adotando, então, o nome de Moisés que significa: O Salvo. Após alguns anos, por ordem máxima de Deus, IHVH, volta ao Egito para resgatar seu povo.
Inflado de poderes eloinísticos convence o Faraó Meneftá, que fora considerado seu irmão durante seu crescimento no Egito, a libertar os semitas, devido aos terríveis vaticínios que se realizaram através das sete pragas efetuadas por Deus. A caravana hebraica parte, enfim, após séculos de escravidão no Egito. O Faraó arrepende-se do acordo e manda seus exércitos aniquilarem todos eles no deserto. Os hebraicos, com algumas horas de vantagem, chegaram ao Mar dos Juncos. Pelo poder conferido à Moisés, o mar se abre e todos passam triunfantes; ao se fechar novamente, o mar traga todos os soldados que estavam em sua perseguição.
No momento exato da abertura do mar temos o nascimento de Pessah, a Páscoa Judaica: a libertação da opressão, a unificação do ser humano ao ser divino, o caminho ao paraíso celeste, o encontro da fé com a esperança, o poder do amor, a força da paz e a felicidade da família!
A Páscoa surge numa hora precisa e bem calculado por Moisés: o Equinócio da Primavera (no hemisfério norte). A entrada do Sol no Signo de Áries, a primeira constelação zodiacal, simbolizando uma nova vida, a energia vital, o despertar da natureza, a germinação de uma semente, a renovação da própria energia solar em sua viagem cósmica. A partir desta data, 1300 A.C., e por séculos adiante, na exata passagem do Sol a 00°:00″ da Constelação de Áries, era imolado um carneiro a Jeová como oferenda pela libertação conquistada.
Não obstante, e não por mero acaso escolhido por Moisés, aquela hora na abertura do Mar, no Equinócio da Primavera, é a passagem cósmica de Vehuiah, Deus Louvado e Exaltado, o que tem o poder do Fogo Sagrado, sendo o 1° Gênio Cabalístico do cinturão planetário. O dia da semana era Iom Rishom, o nosso domingo, que representa o primeiro dia da criação bíblica do universo — Ruach Elohim Aur, Fiat Lux, Faça-se Luz — realizado pelo Onipresente. Domingo tem regência cabalística do Sol, que por sua vez habita o centro da Árvore da Vida, a Sephira Tiphereth, o esplendor do amor universal.
Tanto o Sol quanto Tiphereth é regido pelo Arcanjo Miguel, que derrotou as legiões das trevas nos primórdios celestiais, e ocupa juntamente com os Arcanjos Gabriel, Rafael e Uriel o trono ao lado de Deus. Também era dia de Lua Cheia, simbolizando o casamento alquímico ou as bodas do Sol, o momento em que a luz do Sol, também à noite, faz nutrir a terra e nossas almas, e lembrar que a providência divina existe, mesmo quando tudo parece obscuro e soturno. O poder da luz do Sol está amplamente dimensionado na Páscoa, o seu valor simbólico é inquestionável.
Atualmente muito se mudou dos Ritos Pascoalinos Judaicos, os sacrifícios animais já não são mais feitos, o Tabernáculo de Moisés transformou-se em Sinagogas, o rigor espiritual mosaico foi se flexibilizando com o tempo, as datas já não são mais precisamente baseadas em cálculos astrológicos, mas sempre ocorre na Lua Cheia em data próxima ao Equinócio da Primavera, sendo sua duração de oito dias onde festeja-se não somente o Êxodo do Egito, como também a Independência nacional do Estado de Israel.
Outra religião que adotou a Páscoa, quase 1700 anos depois de Moisés, foi o Cristianismo; a Igreja Católica encontrou nesta data suprema do judaísmo a Ressurreição de Cristo, o valor do milagre do Espírito Santo no resgate da libertação do espírito. A Páscoa para os Católicos tem uma ação única e exclusiva para o espírito, representando a libertação do mau e o nascimento do bem, do encontro do núcleo familiar para a consagração do amor, da compreensão do sacrifício de Jesus para o bem da humanidade. A fundação da Igreja se reporta ao Apóstolo Pedro e sua cumeeira a Jesus Cristo, ambos simbolizados pelo carneiro jovem; as cores vermelhas presentes nas vestes papais ou em seu anel de Jaspe, conduzem diretamente ao símbolo de Áries e, conseqüentemente, ao caráter da própria Páscoa.
Todas as datas religiosas da Igreja Católica convergem diretamente para um único dia: a Páscoa. Durante o Concílio de Nicéia, Itália, em 325 D.C., fixaram esta data preciosa como sendo “o primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre durante ou após o Equinócio da Primavera boreal, hemisfério norte”, e estipularam a partir de critérios eclesiásticos todas as outras datas religiosas:
Calculado o domingo da Páscoa segue a seguinte tabela:
Carnaval 47 dias antes da Páscoa
Cinzas 46 dias antes da Páscoa
Ramos 07 dias antes da Páscoa
Paixão 02 dias antes da Páscoa
Espírito Santo 49 dias depois da Páscoa
Santíssima Trindade 56 dias depois da Páscoa
Corpus Christis 60 dias depois da Páscoa
A Páscoa, ou Pessach, simboliza a verdadeira Luz de Deus, a certeza de que podemos ser felizes, que a nossa fé nunca deve ser afastada sob hipótese alguma, que a paz está sempre presente, que devemos manter viva as chamas eloinísticas (divinas) dentro de nossos corações, que as esperanças devem ser renovadas, que o tempo tem seus mistérios onde sempre será desvelada a verdadeira face de Deus!
Regozijemos durante o Domingo da Páscoa e digamos sim ao Amor Universal!
Publicado em data comemorativa, história, para refletir, religião | Tagged Apóstolo Pedro, árvore da vida, católicos, cálculo do domingo de Páscoa, Concílio de Nicéia, Constelação de Áries, Constelação Zodiacal, cristianismo, Deus, domingo, Egito, Equinócio da Primavera, Faraó Meneftá, Faraó Ramsés II, Igreja Católica, Ion Rishom, Israel, Jesus Cristo, judaísmo, Mar dos Juncos, Moisés, páscoa, Páscoa Judaíca, Pessah, Sephira Tiphereth, Signo de Áries, sinagogas, Sol, tabernáculo, Templos de Amom, Templos de Horeb, Vehuiah | 2 Comentários
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DEUS E PURO E SO ELE PODE NOS SALVAR DOS NOSOS ENEMIGOSO NELE QUE DEVEMOS COFIR SO NELE QUE DEVEMOS DAR A MAO E NUNCA DEVEMOS DAR AS COSTAS E SENPRE DEVEMOS AMAR E RESPEITA TODOS OS NOSSOS PAIS TIAS TIOS I IDOSOS UM GRANDE BEIJOS PARRA TODOS E QUE DEUS ABENCOE EPENCE BASTANTI NISSO QUE EU FALEI
DEUS E PURO E SO ELE PODE NOS SALVAR DOS NOSOS ENEMIGOSO NELE QUE DEVEMOS COFIR SO NELE QUE DEVEMOS DAR A MAO E NUNCA DEVEMOS DAR AS COSTAS E SENPRE DEVEMOS AMAR E RESPEITA TODOS OS NOSSOS PAIS TIAS TIOS I IDOSOS UM GRANDE BEIJOS PARRA TODOS E QUE DEUS ABENCOE EPENCE BASTANTI NISSO QUE EU FALEI